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Feira de Santana, Brazil
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Ensaio de Densidade In Situ com Cone de Areia em Feira de Santana

Com 650 mil habitantes e situada a 234 metros de altitude no agreste baiano, Feira de Santana cresce sobre solos que variam de areias siltosas a argilas lateríticas em curtas distâncias. Essa heterogeneidade cobra precisão no controle de compactação de aterros, subleitos e fundações rasas. O ensaio de densidade in situ com cone de areia entrega exatamente essa conferência direta: determina o peso específico aparente seco no campo e, cruzado com o Proctor de laboratório, revela o grau de compactação real da camada. Em Feira de Santana, onde a expansão urbana avança sobre zonas de antigos barreiros e planícies aluviais do Rio Jacuípe, confiar apenas na textura visual do solo é insuficiente. A norma ABNT NBR 7185:2016 rege o procedimento, e nossa execução segue cada etapa com rigor — da calibração da areia Ottawa à pesagem em balança de precisão. O resultado orienta a liberação de camadas em obras viárias como a duplicação da BR-324 e em galpões logísticos do Centro Industrial Subaé.

O grau de compactação medido em campo com cone de areia é o indicador mais direto da qualidade de um aterro: abaixo de 95% do Proctor normal, a camada não está pronta para receber carga.

Como trabalhamos

O contraste geotécnico entre um loteamento no bairro SIM e outro no entorno da Avenida Artêmia Pires expõe por que o cone de areia é indispensável em Feira de Santana. Enquanto o SIM assenta sobre solos residuais maduros, bem drenados e com fração arenosa significativa, a região da Artêmia Pires intercala camadas de argila siltosa mole com lentes de areia fina — material que responde de forma distinta à energia de compactação. O ensaio de densidade in situ permite verificar, camada por camada, se o rolo compactador realmente atingiu o peso específico seco mínimo de projeto. A técnica é direta: abre-se uma cavidade rasa, recolhe-se todo o solo extraído e substitui-se o volume por areia calibrada de massa específica conhecida. A relação massa de solo seco sobre volume da cavidade fornece a densidade de campo. Em aterros sobre solo mole, muitas vezes complementamos a investigação com sondagens SPT para definir a espessura da camada compressível antes da compactação. Trabalhar em Feira de Santana exige entender que o solo não é uniforme — e o cone de areia prova isso numericamente a cada furo.
Ensaio de Densidade In Situ com Cone de Areia em Feira de Santana

Considerações locais

Feira de Santana consolidou sua malha urbana sobre um relevo de transição entre o Planalto e a Baixada Litorânea, com expansão acelerada a partir dos anos 1970. Muitos bairros ocuparam fundos de vale e áreas de empréstimo sem controle geotécnico adequado, gerando um passivo de aterros mal compactados. O risco de recalque diferencial em edificações e de afundamento de pavimentos cresce quando se omite o ensaio de densidade in situ. Uma camada de aterro com grau de compactação de 88% pode recalcar o dobro de uma com 96%, sob a mesma carga. Em solos lateríticos típicos da região, a variação de umidade de compactação também é crítica: compactar acima da umidade ótima gera poropressões que mascaram a densidade seca real. O cone de areia detecta esse desvio porque mede a massa de solo na umidade de campo, e o laboratório corrige o valor para a condição seca. Em Feira de Santana, onde o período chuvoso de abril a julho satura os solos superficiais, o controle de compactação com cone de areia deve ser intensificado para evitar surpresas na estiagem seguinte, quando o solo contrai e as trincas aparecem.

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Marco normativo


ABNT NBR 7185:2016 — Solo — Determinação da massa específica aparente in situ, com emprego do frasco de areia, ABNT NBR 6457:2016 — Amostras de solo — Preparação para ensaios de compactação e CBR, ABNT NBR 7182:2016 — Solo — Ensaio de compactação (Proctor), DNIT 092/2006-ES — Especificação de serviço — Aterro — Controle de compactação

Outros serviços relacionados

01

Controle de compactação em aterros e subleitos

Determinação do grau de compactação camada a camada pelo método do cone de areia, conforme NBR 7185. Relatório técnico com dados de campo, umidade higroscópica e comparação com a curva Proctor de referência.

02

Ensaio Proctor para definição da curva de referência

Compactação em laboratório nas energias normal e modificada (NBR 7182) com amostra do mesmo solo do aterro. Fornece o peso específico seco máximo e a umidade ótima para cálculo do GC de campo.

03

Verificação de bases granulares em pavimentação

Ensaio de densidade in situ em bases de brita graduada e macadame hidráulico, garantindo a densificação especificada em projeto antes da imprimação.

Parâmetros típicos


ParâmetroValor típico
Norma técnicaABNT NBR 7185:2016
Volume mínimo do furoFunção do diâmetro máximo da partícula (ex.: 700 cm³ para pedregulho fino)
Areia de ensaioAreia de Ottawa ou similar, monogranular, seca e calibrada
Parâmetro obtidoPeso específico aparente seco in situ (γd campo)
Grau de compactação (GC)GC = (γd campo / γd máx Proctor) × 100%
Aplicação típicaControle de aterros, subleitos, bases granulares e reaterros de valas
Frequência de ensaio em campo1 ensaio a cada 100-300 m³ de material compactado, conforme especificação de projeto

Perguntas comuns

Qual o custo médio de um ensaio de densidade in situ com cone de areia em Feira de Santana?

O custo total do controle depende do número de pontos e da frequência definida no plano de terraplenagem.

Em que tipo de solo o método do cone de areia não é recomendado?

O método não se aplica a solos com partículas maiores que 76 mm (pedregulho grosso) ou a solos saturados que não permitam manter a cavidade estável durante o ensaio. Para brita corrida com granulometria aberta, recomenda-se o método do cilindro biselado ou o densímetro nuclear.

Qual a diferença entre o cone de areia e o densímetro nuclear?

O cone de areia é um método direto e destrutivo: mede a densidade pela relação massa/volume. O densímetro nuclear é indireto e não destrutivo, baseado na atenuação de radiação gama. O cone de areia serve como referência para calibração do nuclear e é exigido em obras públicas federais como método primário.

Com que frequência devo realizar o ensaio durante a compactação de um aterro?

A especificação padrão do DNIT recomenda um ensaio a cada 100 m³ de material compactado, ou no mínimo um por camada e por jornada de trabalho. Em Feira de Santana, onde os solos variam lateralmente, reduz-se o espaçamento para 50 m³ quando há mudança de material.

O ensaio de cone de areia fornece a umidade do solo no campo?

Sim. A amostra extraída da cavidade é pesada em campo, embalada e levada ao laboratório para secagem em estufa. O teor de umidade obtido é usado para calcular o peso específico seco in situ e para verificar o desvio em relação à umidade ótima do Proctor. Mais info.

Localização e área de serviço

Atendemos projetos em Feira de Santana e sua zona metropolitana.

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